O medo e sua relação com a falta de dinheiro

cortando_dinheiroObter dinheiro para manter a vida. Esse, sem dúvida, é um dos fatores que mais preocupam e nos causam estresse. Afinal, sem essa “coisa que inventamos”, a tal da moeda para trocar em bens e sustento, morreríamos de fome, doentes e ao relento.

Sem que percebêssemos, adotamos um padrão social que nos exige muito e temos dificuldades para manter. Tendo que viver em uma sociedade que nos exige tanto e que tão pouco nos dá em troca, tentamos manter esse status, ao mesmo tempo que percebemos o quanto é um padrão injusto, egoísta, separatista, destrutivo, tenso, inviável e que desperta o pior em nós.

Vivendo assim, divididos entre o que pensamos ter que fazer versus o quanto odiamos isso, estamos sempre nos colocando na posição de vítimas. Vítimas de um sistema do qual não vemos saída. E é essa a entrada para um poço profundo de frustrações e falta de poder. Estamos presos em um círculo vicioso, sofrendo a doença da vitima frustrada e sem poder que se chama: Medo!

É possível que neste exato momento em que você lê essas linhas, esteja em um mau momento financeiro, e tudo o que quer é uma forma de sair disso. E aposto que você não gostaria muito de ler agora, algo a respeito do quanto sua mente pode reverter essa situação ao voltar-se para pensamentos mais positivos. Tudo o que deseja é uma boa ideia imediata para sair dessa situação. Depois, até poderia tentar pensar mais positivo, não é mesmo?

Então vamos tentar organizar as coisas!

Uma boa forma de tratar de momentos onde nos sentimos sem poder para lidar com dívidas é a seguinte:

1) Vamos por partes! Vamos esquartejar o problema, pois o que o torna monstruoso é nossa forma de vê-lo como um todo. Isso nos dá medo!

Por exemplo: Olhamos para nossas dívidas, fazemos as contas e enxergamos uma cifra ENORME! Uma cifra que tem um grande poder! Porém, se separarmos as dívidas uma a uma, por datas de vencimento, por exemplo, veremos que na verdade temos quantias muito menores por ordem de prioridade. Faça uma lista com os valores ao lado. Não pense apenas a respeito, olhando as contas sobre a mesa! ESCREVA! Isso nos dá mais confiança e poder, e acima de tudo, ORDEM nos pensamentos.

2) Escolha-as por datas mais urgentes ou por valores menores em primeiro lugar.

3) Foque sua atenção total na que estiver no topo da lista e ESQUEÇA as outras momentaneamente, pois lembrar de todas juntas é o que nos faz sentir medo e falta de poder para solucionar.

4) Trabalhe na solução exclusiva da que escolheu e resolva-a, atento apenas para não deixar passarem os prazos das outras.

Uma por uma, conforme as organiza, vá dizendo firmemente: Chegou sua vez de ser liquidada! Vou resolvê-la AGORA!

5) Fique atento às respostas e soluções que a vida poderá lhe enviar, tipo um sinal, um telefonema, uma solução que não havia pensado antes, etc. Não se feche nas antigas formas de resolver suas questões. Abra-se para novas soluções, possibilidades e ajuda.

6) Assim que conseguir a quantia necessária para liquidar a conta que está no topo de sua lista, LIQUIDE-A! Não mude de ideia e pague outra ou vacile! Aquele dinheiro foi direcionado para aquela conta específica! Acabe com ela e aí sim, passe para outra!

Após a crise e o estresse terem diminuído, considere começar a rever suas necessidades. E isso não quer dizer cortar seu lazer ou sua ginástica, yoga, terapia, estudos, sua consulta médica ou o que te faz bem e vai te ajudar a ser feliz, saudável e crescer como pessoa! Rever suas necessidades é referente a sua forma de ser consumista! Enfim, reveja os ônus x os bônus de sua vida! Você talvez possa deixar de comprar uma roupa de marca, ou de ostentar. Veja o que vale a pena valorizar em sua vida!  Quais são as verdadeiras prioridades e o que é de fato real e importante!

O mais importante nesse processo de sair da crise, será manter seu foco de atenção positivamente e sem tensões. Difícil? Claro, pois há anos você cria tensões e medo ao lidar com dinheiro! Normal que não seja tão fácil relaxar e focar sua atenção. Mas É TOTALMENTE POSSÍVEL! Foque em uma questão de cada vez, que vai ver o quanto é possível! E verá também, que como mágica, parece que as portas vão se abrindo, as soluções vão surgindo, e ajuda de lugares inimagináveis começam a surgir. Confie, pois ninguém passa por uma situação, que não possa resolver!

Você é quem manipula a energia do dinheiro! O dinheiro é uma energia que faz parte desse mundo, como outra energia qualquer! Não dê a ela mais importância do que possa ter! Não é o dinheiro que te manipula! É você quem tem esse poder! O dinheiro é o objeto! Você é o sujeito!

E agora sim, vamos falar a respeito de pensamentos mais positivos!

“Atraímos nossos maiores medos!”

Já ouviu essa frase? Pois é verdadeira! E atraímos os medos, pois não paramos de pensar nisso! Pensando com medo, sentimos medo e agimos com medo. Consequência – medo, medo, medo!

Observe que nossas ações são consequências de nossos pensamentos aliados a sentimentos que podem ser positivos ou negativos, dependendo do quanto nos autoconhecemos.

Tudo inicia com um pensamento e termina em uma atitude. Mas entre eles, pensamento e ação, existe algo que pode nos conturbar e nos fazer agir negativamente – são as emoções.

No caso de uma crise financeira, observe se lá no fundo de sua mente existe um pensamento de que algo sempre sairá errado, que não depende de você, que “os outros” têm poder e não você, ou que você não merece, não pode ou não consegue ser próspero? Esses são seus vilões – Sua crenças!

Assim que notar que esses pensamentos estão em ação, faça o pensamento contrário e diga – “Estou seguro e só atraio o melhor em minha vida! Tudo se resolverá, pois me mantenho calmo, alerta e assertivo em minhas ações!”

Faça dessa frase o seu mantra! Vigie seus pensamentos, pois são eles quem decretam como será sua vida!

Um grande abraço e força, pois eu creio em você e sei que pode!

Com muito carinho,

Vera Calvet

Mais textos em: http://www.rashuah.com.br/textos_de_autoconhecimento.html
Esse assunto é amplamente discutido nos livros de autoconhecimento e Meditação Ráshuah que você encontra na página de nosso site: Livros e CDs

 

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Ai que raiva!!!

frustadaQuem diz não senti-la, que atire a primeira pedra e corra para fazer uma terapia de autoconhecimento, pois está suprimindo emoções, perigosamente!

Fingir que estamos frios quando na verdade existe um vulcão interior, pode ser muito perigoso. Pois certamente vamos explodir mais tarde, em uma ocasião completamente diferente e com pessoas inocentes!

Mas a permissividade na expressão desse sentimento também não é nada positiva! Nem oito, nem oitenta! Quem diz que prefere explodir com alguém do que guardar a raiva, está enxergando apenas os dois extremos. Pois vê apenas duas péssimas opções: Guardar e engolir a raiva ou explodir impulsivamente!

Existiria uma outra opção mais saudável e positiva? Penso que sim e te convido a pensar a respeito.

De fato, a raiva pode ser um sentimento avassalador que pode destruir relacionamentos.

Mas é também um sentimento de alerta, que quando bem trabalhado e compreendido, pode nos dar indicações importantes a respeito de uma situação e de nós mesmos.

Vamos observar a dinâmica desse sentimento, através de um dos personagens de meus livros: O Durval

Durval é uma pessoa igual a tantas outras que lida com sua vida e seus sentimentos da melhor forma que pode, buscando o que supõe necessitar para viver feliz. Procura agir dentro de seus mais altos princípios, mas em alguns momentos, mesmo não gostando de reagir desse modo, algo incontrolável ocorre em seus sentimentos e Durval perde a cabeça e ferve de raiva!

Algumas vezes ele até consegue se controlar e evitar a explosão, mas isso acaba fazendo com que se sinta mal durante muito tempo, se cobrando que deveria ter feito isso ou aquilo, deveria ter dito isso ou aquilo.
Durval passa, às vezes, dias seguidos remoendo os pensamentos, como que ensaiando como deverá agir na próxima vez em que aquele fato ocorrer. A tal próxima vez chega, e ele esquece todos os ensaios anteriores repetindo o mesmo tipo de conduta emocional explosiva.

As explosões de Durval colocam em risco os seus relacionamentos. Muitos amigos já se afastaram, pois não suportam viver ao lado de alguém que mais parece uma bomba relógio, pronta para explodir a qualquer momento. As explosões de Durval fazem com que todos se sintam muito constrangidos!
E se tentarem pedir calma, ele se irrita mais e faz longos discursos a favor da sua razão de estar tão indignado!

Na verdade, Durval não gosta de ser assim! Ele tem medo de que um dia desses seu coração estoure, pois quando é acometido por um ataque de raiva, tem taquicardia, sua pressão sanguínea sobe e sua respiração fica ofegante. Porém, antes que consiga raciocinar, já explodiu!

Depois, Durval sente muita vergonha de ter se comportado dessa forma. E às vezes não há sequer como ele tentar pedir desculpas e ser perdoado, devido à gravidade de suas atitudes. Durval quer mudar, mas não sabe como!

Essa história emocional de Durval é muito comum, não é mesmo? Certamente você conhece quem se encaixe nesse perfil.

Como mencionei no início, existe uma terceira opção mais positiva do que engolir a raiva ou explodir.

A primeira coisa que precisamos fazer ao ficarmos frente a frente com algum sentimento incômodo, seja ele qual for, é admiti-lo. Precisamos admitir o que estamos sentindo, sem tentarmos minimizar o sentimento.

Dizer para nós mesmos o que estamos sentindo de verdade pode ser extremamente simples, aparentemente. Mas seria de fato real a nossa avaliação do que estamos sentindo?

Muitas vezes, nossa percepção da realidade, do que de fato sentimos estará mascarada, pois podemos estar escondendo de nós mesmos um sentimento que não aprovamos, que não queremos ver por achá-lo mau, indigno ou até mesmo perverso.

De todas as emoções, talvez a raiva seja a mais difícil de ser controlada! Isso porque é uma emoção aparentemente repentina, imprevisível e que nos pega de assalto.

Essa conturbada emoção funciona como um alarme, um alerta de que algo externo nos põe supostamente em perigo, seja esse perigo real ou apenas imaginário.

A raiva é um tipo determinado de reação que nos avisa de que algo em nossas expectativas foi frustrado.

Raiva é frustração!

A raiva pode ser uma reação de alarme e autopreservação, que pode nos servir para mostrar que algo não está exatamente como prevíamos, e que precisamos assumir alguma postura de lutar ou fugir de algum perigo físico eminente.

Pode ser, também, o soar de um alarme interno para que observemos melhor nossas expectativas, percebendo qual desejo nosso foi frustrado e qual o novo rumo a seguir em direção à meta.

Por exemplo:

Podemos querer que uma pessoa aja de uma forma específica. Mas, ela age de forma diferente do que gostaríamos. Nesse momento, frustrados em nossa expectativas, sentimos raiva dessa pessoa!

Mas, se estivermos conscientes de que estamos na verdade frustrados conosco, com a nossa expectativa e desejo, podemos mudar o foco e ao invés de explodir com a pessoa, pensarmos a respeito do quanto estamos projetando uma expectativa impossível, pois não podemos controlar o outro. Podemos pensar a respeito do quanto estamos querendo mudar o outro, ou perceber que não estamos enxergando essa pessoa ou que estamos, na verdade, querendo manipular uma situação. Ver a razão verdadeira da nossa frustração pode nos fazer crescer, respeitar mais os outros, nos abrir a novas ideias, preferir a verdade do que a ilusão, enfim, melhorar como pessoa!

Nesse sentido, quando percebida antes da explosão, a raiva pode ser vista como um alerta positivo, pois foi imediatamente direcionada para um foco interno e produtivo e não ao ataque.

Quando temos a vontade de controlar a qualquer custo, vemos um evento e as pessoas envolvidas como sendo nossos inimigos. Os vemos como algo a ser controlado à força ou ser destruído caso resista. Esse é o tipo de pensamento que precisa ser trabalhado em quem tem problemas em lidar com a raiva.

Não há como pretendermos controlar totalmente os eventos e muito menos as pessoas! Só podemos controlar a nós mesmos!

Não temos aqui, espaço para trabalhar todos os aspectos envolvidos e como nos libertar desses sentimentos. Mas, esses e outros sentimentos destrutivos são amplamente discutidos e trabalhados em diversos de nossos livros e cursos.

Podemos trabalhar esses sentimentos, entendê-los e também aprendermos a lidar com pessoas que costumam ter esse tipo de reação.

Vale à pena trabalhar esse sentimento que pode estar destruindo sua saúde e seus relacionamentos!

Com carinho,

Vera Calvet

Este texto e assunto fazem parte do livro – Raiva e frustração – como lidar

 

Porque temos baixa autoestima

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Quantas vezes você viu a foto de uma belíssima modelo em uma revista e se sentiu horrível?

Quantas vezes você assistiu a filmes românticos, amores incríveis com finais felizes, e não se frustrou ao compara-los aos seus relacionamentos?

Quantas vezes você ouviu a gargalhada de alguém e pensou que sua a vida não lhe dá motivos para sorrir?

Quantas vezes viu pessoas abastadas financeiramente e se sentiu pobre? Ou viu a paz no rosto de alguém e se sentiu atormentado?

Quantas vezes se comparou ou guiou sua vida por algum modelo externo? Muitas? Algumas? Sempre?

Sendo assim, guiados e comparando nossas vidas e a nós mesmos a modelos determinados, é inevitável que nos sintamos muito mal, muito errados e inadequados! Pois estaremos nos comparando a ilusões, acreditando em modelos falsos!

Nesse momento você deve estar pensando: “Falsos? Aquela modelo da capa da revista é realmente bela! Aquele homem é realmente rico! Existem pessoas que realmente têm ótimos relacionamentos! O que é falso nisso?”

Falso é ver apenas um aspecto de cada uma dessas coisas e pessoas e comparar-se por tão pobre parâmetro!

Aquela modelo é bela, mas paga um preço enorme por isso, e talvez você não esteja disposta a pagar o mesmo preço que ela! Ela pode estar vivendo 24 horas de seu dia fazendo dietas, ginásticas, cirurgias. Sua foto é retocada para que saia perfeita e ela pode não ter uma vida pessoal satisfatória, pois está comprometida com sua aparência mais tempo do que possa suportar. Ela também pode ter muito, muito medo de que comecem a aparecer as primeiras rugas!

E aquele homem abastado financeiramente? Você sabe, por acaso, o preço que ele pagou por isso? Talvez ele tenha pago o preço da infelicidade nos relacionamentos ou o preço de sua própria saúde! Talvez ele tenha herdado sua fortuna e se sinta muito inútil e incapaz de construir algo sozinho! Talvez ele não consiga mais dar valor a nenhum prazer simples e seja muito frustrado, ou não confie em ninguém, e por isso, é muito solitário!

Os modelos de vida que vemos a nossa volta não são somente fotos, ou restritos a apenas um único aspecto! São referentes a pessoas comuns, que vivem seus próprios desafios, suas crises e dificuldades, assim como eu e você! E tanto elas quanto todos nós, pagamos os preços por nossos sonhos! Alguns pagam esse preço com prazer, outros nem tanto.

Enquanto tentarmos nos enxergar através do que NÃO somos, através do que NÃO temos, NÃO conseguimos, NÃO nos veremos e não nos valorizaremos! Dessa forma, só conseguiremos nos perceber como uma coisa muito errada, muito diferente, faltando muito para sermos o que “supostamente” seria o ideal!

Todas as pessoas que possam estar se comparando e guiando suas vidas pelo que diz um específico modelo externo, ou pelo que o mundo, os parentes ou algumas pessoas digam ou achem, estarão fadadas ao sentimento de inadequação e baixa autoestima! Até mesmo aquela linda modelo ou aquele empresário de sucesso!

Criticismo é a causa da doença emocional chamada baixa autoestima!

Nosso dedo indicador apontado em direção a nosso próprio rosto é o algoz, o carrasco que nos atormenta e mata nossa felicidade!

Alguns de nós tem a mania da critica destrutiva! E isso, essa mania de criticar negativamente a si mesmo, pode ter sido adquirida ao longo da vida, através das críticas de outras pessoas. São críticas a respeito do quanto você “deveria”, “tinha que”, “devia” ter sido ou feito isso ou aquilo.

Acostumamo-nos a estar sempre em dívida, em erro perante alguns modelos impostos. E que na verdade, nada mais são do que modelos criados pela imaginação ou por uma convenção de um grupo de pessoas! Alguns desses modelos poderiam até nos servir de incentivo a seguirmos, caso realmente estivéssemos dispostos a pagar o preço por isso! Mas, para aceitarmos um modelo externo como guia, precisamos, antes de tudo, enxergar qual é o nosso verdadeiro modelo interior! Precisamos saber separar o que de fato QUEREMOS de verdade e o QUANTO estamos realmente dispostos a pagar pelo esforço para conseguirmos algo!

Por exemplo:

Digamos que você viu um helicóptero de hélices douradas na TV e começou a ficar muito infeliz por pensar que jamais poderia ter um!

Todos os dias você acorda para trabalhar e dirige seu carrinho (que você ficou muito feliz ao comprar na época, mas que agora ficou feio, velho e obsoleto diante do belo helicóptero de hélices douradas) e se sente infeliz. Você começa a odiar aquelas ruas lotadas de carros, ao pensar que poderia estar voando livremente até seu trabalho, e muito triste pensa: “Imagine se EU, esse fracassado, poderia pensar em ter um helicóptero! Isso não é para pessoas  como eu! Não é para meu bico! Isso é para uns poucos sortudos que existem, e eu sou muito azarado para isso! Não ganho nem no bingo!” E o mais engraçado, é que você sequer joga no bingo, mas mesmo assim, pensa dessa forma!

Esse é mais ou menos o processo de destruição do poder pessoal e da baixa autoestima que nos impomos. Começamos a nos diminuir dia após dia, até acreditarmos que isso seja realmente verdade!

Mas, vamos investigar se realmente você quer um helicóptero? Se está disposto a pagar o preço por isso? Porque, se realmente você não puder viver sem um helicóptero, você poderá tê-lo! Isso provavelmente consumirá toda sua vida de trabalho árduo, jornadas duplas ou triplas, etc. Ou talvez seja tentado a alguma desonestidade e seja preso, perca sua família, ou viva com sentimentos de culpa. Talvez tenha que vender sua casa, seu carrinho, etc., mas você pode ter um helicóptero! É claro que talvez depois tenha muitos problemas para pagar o combustível de seu helicóptero, o hangar para guardá-lo, etc.

Essa história a respeito do helicóptero parece absurda? Mas é isso o que fazemos conosco quando projetamos falsos ideais!

Você já ouviu histórias de pessoas que passaram a vida inteira correndo atrás de um ideal e que conseguiram concretiza-lo!  Você sabe o quanto é possível realizar quando se tem determinação! Então, sempre se pode ter um helicóptero, desde que se queira de verdade e que esteja disposto a pagar o preço por isso!

Você quer um helicóptero, mas não está disposto a pagar o preço? Então, talvez o helicóptero não seja assim tão importante na verdade para você! Mas se é assim, porque está sofrendo por não tê-lo? Está percebendo o tipo de armadilha que criamos?

Precisamos perceber o que realmente é importante em nossa vida, senão, corremos o risco de nos sentirmos muito diminuídos por não termos algo como um helicóptero de hélices douradas!

Qual é a representação do helicóptero em sua vida? Sua aparência, sua profissão, sua casa, seu modo tímido de ser? Qual é a sua ilusão? O que você pensa que DEVERIA ser ou ter e não é ou possui?

Que tal então, mudarmos a pergunta e meditarmos a respeito do que você TEM e É?

Se você não se amar e se reconhecer, não há como pretender ser amado e reconhecido!

Se você não valorizar sua vida, sua existência, não há quem possa valorizá-lo!

Se você se vê tão negativamente, como pensa que as pessoas consigam enxergá-lo?

Se você mesmo não consegue se ver ou saber o que deseja, como então pretende que alguém saiba ou que adivinhe o que você quer?

Não diga mais que alguém não gosta de você! É você quem não se gosta e o outro só repete o mesmo sentimento!

Não diga mais que sua vida é feia, pois é você quem não vê a beleza da vida! E ela está aí, na sua frente! Veja! Ela é muito simples e talvez você ande complicando o simples!

Envolva-se no sentimento de amor, pois esse é o sentimento que nos liberta da crítica negativa. Deixe que seu coração se complete, se encha do mais puro amor. Projete esse amor à seu corpo, à sua mente, à sua vida. Deixe que o amor tome conta de cada célula de seu corpo, de toda a sua alma! Sinta-se assim, GRATO, amoroso e pleno! Ame-se! Você é um ser muito, muito especial, porque é único! Não há no universo inteiro, outro ser igual!

Abençoe sua vida, sua saúde e seus relacionamentos! Agradeça tudo o que possui e pense melhor antes de falar mal de si mesmo, ok?!

Fique em paz, no amor e na divina perfeição que somos todos nós, almas divinas!

Com amor e muito carinho,

Vera Calvet

Mais textos em: http://www.rashuah.com.br/textos_de_autoconhecimento.html
Esse assunto é amplamente discutido nos livros de autoconhecimento e Meditação Ráshuah que você encontra na página de nosso site: Livros e CDs

 

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Uma história de estresse versus atitude

carecaHoje recebi um e-mail muito oportuno de um aluno, pois como tudo o que acontece em nossas vidas, nada é por acaso.

Eu havia terminado um texto a respeito do estresse e finalizei a ultima frase com a palavra “atitude”.

Quando abri o referido e-mail, havia um trecho com uma curta história a respeito de positivismo e atitude. Não havia informações quanto ao autor do texto, mas sem dúvida traduz a palavra atitude com maestria e vou contá-la agora para vocês:

Um homem que estava ficando completamente calvo, um dia acordou pela manhã, olhou no espelho e percebeu que tinham lhe restado apenas três fios de cabelo no alto da cabeça.

Bom – ele disse – acho que vou colocar um gel e pentear meus cabelos para trás hoje. Assim fez e teve um dia maravilhoso!

No dia seguinte, ele acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios no alto da cabeça.

Humm… – disse ele – acho que vou repartir meus cabelos no meio hoje. Assim fez, e teve um dia magnífico!

No dia seguinte ele acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo no alto da cabeça.

Bem – ele disse – hoje vou jogar meu cabelo para a direita. Assim fez, e teve um dia divertido!

No dia seguinte ele acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo no alto da cabeça.

Beleza! – exclamou – não tenho que pentear meus cabelos hoje!

E assim, teve mais um dia feliz!

ATITUDE POSITIVA É TUDO!

Claro que essa pequena história exagera situações, mas ilustra perfeitamente a forma de encarar os eventos quando se trata de uma pessoa que toma atitudes positivas diante do inevitável.

O estresse é uma consequência na vida de quem tenta controlar inutilmente o inevitável e por isso, sofre a pressão constante da frustração em sua vida.

O estresse não é propriamente uma doença, e sim, um estado do organismo quando submetido ao esforço e à tensão. Numa situação estressante, o corpo sofre reações químicas normais que preparam o organismo para enfrentar a situação. O prejuízo, entretanto, acontece quando as situações estressantes são contínuas e o organismo começa a sofrer com as constantes reações químicas que se sucedem, sem que haja tempo para a eliminação dessas substâncias e sem o tempo necessário para o descanso e recuperação física e emocional.

Exatamente por não ser uma doença propriamente, os sintomas do estresse são indefinidos e ao mesmo tempo abrangentes. Podem ir desde uma dor de cabeça, distúrbios do sono, irritabilidade, cansaço, dificuldade de concentração ou tensão muscular, a dificuldades respiratórias, dificuldade de memória, problemas digestivos, pressão alta, problemas cardíacos, e até mesmo distúrbios psíquicos como síndromes, depressão e pânico.

Entre as inúmeras causas emocionais do estresse no ambiente de trabalho e na vida pessoal, podemos citar basicamente três principais: Alto padrão de exigência pessoal, medo e frustração.

O tipo de vida que nos autoimpomos, onde pensamos ser necessário obter muito mais recursos financeiros do que realmente necessitamos, nos exige mais esforço para cumprir o padrão estabelecido e nos coloca diante de conflitos na vida profissional, onde há cada vez mais competição e menos espaço.

Esse mesmo alto padrão profissional é estabelecido também para diversos setores de nossas vidas, pois existem padrões estéticos onde a beleza física é um padrão irreal, que existe apenas nas revistas e passarelas.

Existem também inúmeros padrões para os comportamentos, pensamentos e sentimentos, onde são estabelecidos padrões para o desempenho ideal dos pais com os filhos, de filhos com os pais, padrões para as amizades, para os relacionamentos amorosos, enfim, temos padrões e caixinhas fechadas em todos os setores de nossas vidas, onde nos obrigamos a nos encaixar de uma forma ou de outra.

Tente ao menos pensar a respeito, sentir se você realmente concorda e aceita entrar e viver dentro dessas caixinhas apertadas?

Procure investigar a verdade de seus sentimentos e desejos!

É realmente impossível viver sem o carro do ano? Você trabalha no que realmente gosta e tem talento? Você não acha que pode ser amado pelo que é em vez de ser amado pela sua aparência? Quem é você? No que deixou os padrões transformarem a sua vida?

Não adianta reclamar que o patrão, a empresa, a esposa, os filhos, o marido, não conseguem te enxergar, se na verdade nem você mesmo se conhece o suficiente para mostrar a eles quem é!

Pare! Dê um tempo para se descobrir e perceber que pessoa maravilhosa você é!

Autoconhecimento. Não há como viver feliz e realizado sem ele, pois não há como você viver sem que conheça quem está realmente vivendo a vida que diz ser sua! Quem vive sua vida? Você ou um padrão, um personagem?

Estamos todos diante do enigma da grande esfinge: Decifre-me ou eu te devorarei!

E a esfinge, somos nós!

A esfinge é você!

Decifre a si mesmo, ou poderá ser devorado pelo personagem que criou sem perceber!

Você não acha que merece?

Pois saiba que só existe uma cura para o estresse: Atitude positiva e verdadeira!

Não adianta que a medicina esteja avançada e preparada para lidar com os distúrbios ligados ao estresse, não adianta se o Instituto Ráshuah trabalha também nesse sentido desde a sua fundação, pois o início e o fim de tudo isso, repousa e depende de sua atitude.

Tenha uma atitude mais positiva em relação a si e a sua vida!

Pare de exigir tanto de você e dos outros!
Procure relaxar e brincar mais com os eventos inevitáveis, a exemplo do homem de nossa história!

Aprenda a relaxar para aprender como lidar com o estresse, pois o mundo pode não mudar, mas sua atitude perante o mundo pode mudar e muito!

Fique em paz, no amor e na divina perfeição que somos todos nós!

Com muito carinho,

Vera Calvet
 
Mais textos em: http://www.rashuah.com.br/textos_de_autoconhecimento.html
Esse assunto é amplamente discutido no livro que vem acompanhado de um cd de relaxamento narrado – Estresse no trabalho e na vida pessoal – que você encontra na página:  Livros e CDs Ráshuah

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Como lidar com a ansiedade

Quais são as causas da ansiedade?

A ansiedade pode estar relacionada ao hábito de pensamentos sempre voltados para o futuro e, como não temos meios de saber ainda o que nos reserva o futuro, isso pode dar medo.

Já a tristeza e a falta de vontade de agir pode estar relacionada ao hábito de pensamentos voltados para o passado e como não podemos mudar os eventos de passado, podemos ter medo de que esse passado se repita.

Portanto, é possível que o sentimento que esteja tirando suas forças e sua energia, não tenha como origem os sentimentos de ansiedade ou tristeza como pensa, e sim, o medo.

Gosto de dizer a meus alunos, que “Deus é muito criativo e não repete um dia ou um evento sequer em nossas vidas!”

Então, se pensamos que algo é a mesma coisa, a mesma situação se repetindo, não é Deus ou o destino repetindo eventos, e sim, nós que não mudamos! Nós, com certeza, estaremos insistindo no velho hábito de ver as coisas com os olhos do passado ou com a pressa e ansiedade no futuro.

O passado são só pensamentos, memórias, fotos mentais. E o futuro também é só um pensamento agora, neste momento. Portanto, passado e futuro, só existem nos pensamentos! Não estão aqui e agora no presente! Não são concretos e reais! Na verdade temos medo de algo irreal! Medo de sombras e fantasmas criados e recriados por pensamentos!

Faça um teste. Feche os olhos e deixe vir em sua mente um evento qualquer de passado. Pode ser, por exemplo, a visualização do início do seu dia.

Agora, olhe em volta, os objetos, o lugar e perceba sua disposição. Veja como tudo mudou. Aquele momento recente, passou e não existe mais! Agora, nesse momento, o seu início do dia são só pensamentos.

Teste a mesma coisa com um pensamento de futuro, depois olhe em volta e veja que o seu agora é a única coisa real. O resto, passado e futuro, são só pensamentos!

Só o agora é real! E o nosso poder de ação e de mudar o que não nos convém está no AGORA! É no agora que está seu poder e não no passado ou no futuro!

Nesse momento você não pode agir no passado e nem no futuro, pois está no agora!

Você não existe mais no passado e nem existe ainda no futuro! Você só existe AGORA!

Procure trazer o seu pensamento para o único lugar real, para o agora!

Se você deseja construir um bom futuro, tem que agir no agora e se estiver ocupando sua mente com pensamentos de futuro o tempo todo, pois além de ficar ansioso inutilmente, ficará desatento ao agora, desatento às oportunidades que estão, agora, na sua frente esperando sua ação.

Ao estar desatento ao seu momento atual, não verá as inúmeras oportunidades que tem nesse momento de agir e construir o bom futuro que deseja. E dessa forma, o bom futuro que tanto sonha, ficará cada vez mais longe, apenas no pensamento. Você não consegue construí-lo fora do agora! Precisa desistir de querer construir o seu futuro em outro lugar que não seja o agora, pois é aqui, hoje, que conseguirá isso!

Existe um truque muito bom para trazer seus pensamentos para o momento presente, e parar com a ansiedade que é: Respire

Sim. O grande truque é LEMBRAR-SE DE SUA RESPIRAÇÃO!

Quando notar que sua mente está se projetando para o futuro e causando ansiedade, respire atentamente, observando a entrada e saída do ar de seus pulmões por alguns minutos, como se tudo o que importasse na sua vida fosse apenas o ato de respirar calmamente, lentamente. Só isso!

Isso funciona porque nossa atenção não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. Ou você respira concentrado nisso ou pensa!

Não dá pra fazer as duas coisas ao mesmo tempo! Faça esse teste! Tente prestar atenção total em sua respiração contando, por exemplo, até três enquanto enche os pulmões e até três enquanto esvazia e seguir uma linha de raciocínio ao mesmo tempo!

Se nossa atenção total só poderá se fixar em um ponto de cada vez, escolha respirar atentamente, quando notar que seus pensamentos estão se dirigindo para fora do presente e te causando ansiedade e medo do futuro.

Faça essa respiração consciente diversas vezes ao dia, sempre que se sentir sem energia ou angustiado.

Não deixe a energia negativa e estressante tomar conta de você!

Aja consciente de seu momento agora e de seu poder de ação e proteção!

Acredite, você os tem!

Você merece e vai conseguir ficar em paz!

Mude-se do futuro para o presente!

As coisas acontecem aqui!

Fique em paz e em harmonia! Você merece!

Com amor e muito carinho,

Vera Calvet

Mais textos em: http://www.rashuah.com.br/textos_de_autoconhecimento.html
Esse assunto é amplamente discutido no livro do Curso de Meditação Ráshuah – Módulo I, que você encontra na página:  Livros e CDs Ráshuah

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Quem com ferro fere…

A palavra “crítica”, em principio, significa: Uma análise avaliativa de alguma coisa.

E as coisas podem ser avaliadas positivamente, negativamente, ou conter tanto pontos negativos quanto positivos.

Porém, normalmente o ato de criticar está associado a uma censura, condenação ou avaliação negativa onde são apontados os erros. E nisso, muitos se sentem completamente à vontade.

Criticamos pessoas, comportamentos, políticos, artistas, relacionamentos, familiares. Criticamos a tudo e a todos, quase que por hábito.

Ouvi certa vez um artista dizendo que – “O critico pode ser uma pessoa terrivelmente acomodada, cujo único papel é criticar sem que esteja, sequer levemente, comprometido a ter empatia com o criticado.”

Ao menos em relação aos maus críticos, ele tem uma certa razão.

Criticar negativamente e apontar supostos erros é tão fácil! Todos nos sentimos aptos a isso. Parece ser natural ao ser humano.

Mas para termos propriedade em uma critica, usando-a como uma real avaliação, precisamos ter um mínimo de inteligência emocional, e isso, tem relação direta com o poder de desenvolvermos a empatia.

Empatia é se identificar, procurar entender o outro e o seu ponto de vista. É procurar se colocar no lugar de outra pessoa, buscando entender a forma como ela pensa, sente ou age. E para isso, temos que levar em conta as dificuldades e potenciais dessa pessoa.

A critica sem empatia pode não ser construtiva, e sim, altamente negativa!

Fazer um comentário que só aponta os erros, as falhas ou os pontos a serem melhorados, é apenas focar as dificuldades e não as possibilidades do criticado.

Ou seja, a crítica sem empatia invalida ou diminui a ação do criticado. O compromisso da critica, neste caso, é desconstruir. E não, construir.

O criticado poderá se sentir agredido, invalidado, sem poder, e portanto, sentir a necessidade de se defender, de invalidar a crítica, revidar a agressão que sentiu ser vítima.

Resultado: Negativo em altíssimo grau!

Não importa se o crítico tinha ou não razão em sua observação! Critica sem empatia é ferro em brasa, ferindo e desconstruindo.

E quem com ferro fere…

Que tipo de critico é você?

Fácil saber essa resposta: Basta observar a reação do criticado às suas criticas.

Avalie, mas sempre com empatia!

Com carinho,

Vera Calvet

Mais textos em: http://www.rashuah.com.br/textos_de_autoconhecimento.html

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Depressão

A depressão parece ser realmente o mal do século. Por quê?

Talvez o alto padrão de exigência que nos auto-impomos seja um grande detonador. Talvez o fato de que esse alto padrão nos exija um comportamento cada vez mais enquadrado em padrões estéticos, financeiros e sociais, que valorizam o externo e não levam em conta o eu verdadeiro de cada um de nós.

Talvez ninguém tenha nos ensinado a valorizar e enxergar a nós mesmos, e com isso, não nos conhecemos de verdade.

Seja como for, a depressão é o aviso de que estamos com pensamentos negativos a respeito de nosso poder pessoal. Não nos sentimos bons o suficiente, fortes o suficientes, etc, etc…o suficiente.

E o que significa “o suficiente”? Com parâmetros utópicos, o suficiente significa o impossível!

Medo e frustração são os dois sentimentos básicos, geradores da depressão.

Às vezes parece mesmo que entramos em um período de “buraco negro”, onde tudo parece ser sugado para dentro e onde nada se manifesta positivamente. E nesses momentos, apesar do sentimento se entregar a frustração, podemos escolher pensar que isso pode ser uma espécie de aviso da vida. Não um aviso de que não somos bons e certos o suficiente, mas de que estamos pensando em alguma direção errada, que pode até nos parecer certa aparentemente, mas que na verdade não está compatível com nosso caminho de evolução, com nossa verdade interior.

Por exemplo:

Podemos estar querendo que nossa profissão dê certo, sem que ao menos gostemos de verdade de nosso trabalho! Isso seria uma incoerência energética! E o dinheiro vindo do trabalho então, não aparece!

Ou, podemos estar desejando que um relacionamento tenha sucesso, mas ao não nos conhecermos de verdade, não podemos conhecer e entender o outro e também não conseguimos nos fazer entender.

O que faz nossos caminhos se abrirem naturalmente seja em que terreno for, é nossa energia de prazer e verdade dentro disso.

Procure investigar o fundo de sua alma e veja onde sua energia verdadeira estaria entrando em contradição com suas atitudes.

Use o aparente “buraco negro” da tristeza positivamente para entender as mensagens da vida, que logo, logo, você sairá dessa influência e seus caminhos deslancharão!

Procure se perguntar, se de fato o trabalho que exerce atualmente é uma vontade de seu coração. Pergunte e ouça seu coração, pois às vezes escutamos a voz do racional e esquecemos-nos de ouvir nosso coração. Caso estejamos seguindo apenas a voz da razão e esquecendo o coração, o caminho realmente não se abre totalmente. O que abre nossos caminhos na vida é expressarmos com amor e prazer o que verdadeiramente somos e gostamos de fazer! O dinheiro e o sucesso são conseqüências disso. Ouça seu coração! Ele saberá guiá-lo!

Não existe felicidade sem o autoconhecimento!

Leia também os tópicos a respeito do estresse, do medo e da frustração.

A verdade liberta!

Não fique resistente a procurar ajuda médica! Muitas vezes, temos um distúrbio químico real e pensamos que estamos apenas tristes. Existem hoje, medicamentos sem tantos efeitos colaterais que podem ajudá-lo, nem que seja por algum tempo, até que consiga lidar melhor com seus problemas emocionais através de uma Psicoterapia ou Terapia emocional de apoio.

Fique em paz, no amor e busque sempre o autoconhecimento!

Com carinho,

Vera Calvet

Espiritualidade dos novos tempos

Não faz muito tempo, o único conceito que se tinha a respeito de espiritualidade era o conceito religioso. A espiritualidade estava ligada exclusivamente a pratica de alguma religião, seja qual fosse.

O numero de religiões e vertentes foram aumentando com o passar do tempo, possibilitando que cada um pudesse escolher livremente, qual filosofia se encaixaria melhor dentro de suas expectativas e sentimentos.

Até que começou a surgir o que se chamou de – O homem da Nova Era.

Esse homem era chamado de místico, pois mesmo não estando ligado necessariamente a alguma religião, trazia em si ainda, a necessidade de certos rituais, talvez por herança da antiga formação religiosa de infância.

O homem da Nova Era surgiu na virada dos anos 60/70, guiava-se pela astrologia, vivia a liberdade da Era de Aquário, pregava a liberdade filosófica, vestia-se com roupas indianas, acendia incensos, acreditava em fadas e praticava yoga.

Esse homem não conseguia mais se contentar com as explicações e dogmas religiosos e suas divindades passaram a se chamar: Natureza e energias.

Sua filosofia era a paz, o respeito a natureza e o amor a tudo e todos.

Porém esse homem percebeu que apesar de ter conseguido algo de muito positivo, não poderia sustentar na sociedade ocidental, as praticas, crenças e vestimentas de sua tribo e começou  a mudar outra vez.

Tornou a vestir suas roupas ocidentais e a entrar na correria da vida cotidiana.

A razão, as atitudes e pensamentos puramente racionais e práticos ocuparam seu dia completamente, embora lá no fundo de sua mente, ouvisse de vez em quando uma musica que cantava: Aquarius…..aquarius…..

Esse homem já não poderia voltar a se ligar a nenhum dogma religioso e também não mais se sentia à vontade em suas roupas indianas. A natureza continuou a ser seu ícone de paz, embora a deixasse apenas para os finais de semana. Mas ele já não acreditava em fadas e duendes, duvidava da bondade das pessoas e sua identidade espiritual ficou suspensa e magoada.

Mas esse homem não estava completo! Ele se sentia pressionado pela vida corrida mas ao mesmo tempo vazia que levava e volta e meia se perguntava: “Mas a vida é só isso?”

E a angustia crescia e a impossibilidade de crer aumentava, embora sua voz interior gritasse: “Me mostrem algo em que eu possa crer e que me sustente!”

Sua solidão foi aumentando a um ponto insustentável até que começou a ouvir algumas pessoas dizerem:

“Não pretenda dar seu poder e responsabilidade de sustentação ao externo!”

“Conheça a si mesmo e sustente sua própria energia e vida!”

“Não busque do lado de fora, algo que somente poderá ser encontrado em seu interior!”

“Encontre e realize a paz e o amor em seu interior, para só depois poder pretender estendê-la a seu mundo!”

“Aprenda a ler e a entender as lições e crescimento de cada evento em sua vida!”

“O que estiver se manifestando em sua vida é reflexo do que está manifestando em seu interior!”

“A vida está ruim? Então mude a si mesmo!”

E esse novo homem, começou a vislumbrar a nova espiritualidade!

Começou a entender que não pode jogar em nada externo, a responsabilidade de sustentar sua vida em harmonia, pois isso só depende dele!

Começou a ver as outras pessoas, como a si mesmo, lutando e tentando vencer suas próprias angustias através do autoconhecimento. Dispôs-se a aprender com cada relacionamento, a fazer auto-reflexões cada vez mais responsáveis e a olhar a vida com mais respeito e amor.

O novo homem conhece a lei de causa e efeito e percebe que tudo tem um motivo de aprendizado e crescimento em sua vida e passou a vivê-la com mais intensidade, com maior consciência de suas palavras, sentimentos e ações, pois percebeu que não é uma ilha isolada e que cada pensamento seu, irá refletir em emoções e atitudes positivas ou negativas em sua vida.

O novo homem parou de colocar a culpa de seus infortúnios no externo e começou a trabalhar em seu mundo interior, para que seu mundo cotidiano se traduzisse em harmonia.

Foi uma longa jornada até a Nova Espiritualidade e essa jornada apenas começou!

Temos muito ainda a descobrir a nosso respeito e a respeito ao mundo mágico em que vivemos!

Mas estamos a caminho!

Com muito carinho,

Vera Calvet

O despertar da Espititualidade

O que é ser espiritual, em sua opinião?

Seria alguém que acredita que somos mais do que um corpo regido por um cérebro?

Ou quem acredita na sobrevivência da alma após a morte?

Quem procura melhorar sempre seus aspectos negativos?

Ou ainda, quem tenha uma postura fraternal com tudo e todos?

Independente das qualidades que possa enumerar, todas terão necessariamente como base o amor. O amor faz com que se olhe o mundo, a si e aos outros, de maneira compreensiva, tolerante.

Um olhar realmente amoroso então, seria a tradução do ser espiritual.

Mas é a sabedoria agindo junto ao amor, que nos dará a medida justa das ações.

Amor e sabedoria precisam estar juntos para que nossas ações não prejudiquem nossos semelhantes. E infelizmente, sem sabedoria, somos sim, capazes de errar e prejudicar mais do que ajudar por amor.

Uma pessoa que ama a tudo e todos em igual medida ou que ao menos não coloca nada nem ninguém de fora de seu amor, embora possa ter certas preferências e simpatias especiais, é um ser espiritual.

E a consciência espiritual, o despertar, pode ser traduzido como sendo o momento em que essa pessoa começa a ter o impulso natural de fazer o bem e espalhar seu amor aos que ainda não conseguem se amar o suficiente para serem felizes.

Esse é o despertar para o que chamamos de sua missão de vida!

Esse despertar é o chamado de sua alma, para que busque seu caminho de realização!

Dizemos que são almas missionárias as pessoas que se tornam focos de luz e amor ao planeta e aos seres humanos, mesmo que ninguém sequer perceba que essa pessoa seja um missionário. Um missionário de luz precisa antes de tudo, trabalhar sua energia e amor, sua personalidade e sua vida, seus relacionamentos, seus pensamentos, para que seja sempre um canal de expressão da luz e um exemplo e apoio aos outros que ainda sentem maior dificuldade de realizar esses aspectos em si mesmos.

Um missionário faz coisas simples e cotidianas, como procurar ter sempre pensamentos de amor, tratar com

carinho e respeito a todos que encontra, estar sempre disposto a ouvir e ter prazer em ajudar e coisas assim, simples. Nada necessariamente enorme como a missão de Ghandi ou a de Madre Tereza de Calcutá. Porém, missões individuais de vital importância para a luz atingir esse planetinha tão sofrido que passa por um momento tão difícil.

Imagine o quanto é importante que tenham milhares de missionários da luz vivendo suas vidas cotidianas com amor e respeito a todos e ao planeta, e que juntos, abrem um imenso corredor de luz, amor, respeito e boa vontade através de suas vibrações, aumentando a vibração do próprio planeta!

Imagine como será o planeta, quando a maioria de nós tiver essa consciência e propagar esse efeito amoroso a cada um que tocar!

Imagine quando a maioria de nós tiver tanto amor e respeito ao planeta, que poderá ser revertido qualquer efeito negativo que nossa própria ignorância e egoísmo causou!

Não pense jamais que você é um só e que não adianta fazer um esforço para reciclar seu lixo, tratar os outros com respeito, fechar a torneira quando escova os dentes, catar um papel na rua e outras coisinhas simples e possíveis a cada um de nós!

Não pense que você não possa fazer diferença ao plantar um arbusto, pois não pode impedir sozinho o desmatamento da Amazônia!

Não pense que não faz diferença você tratar os outros com respeito e carinho, porque não pode parar as guerras pelo mundo a fora!

Não pense que não faz diferença ir à uma pequena passeata pela paz nas ruas de seu bairro, assinar um abaixo assinado ou reivindicar o concerto de sua calçada, já que sua cidade é imensa e tão abandonada e violenta.

Não pense que ter atitudes e pensamentos honestos e honrados seja inútil diante de tanta corrupção!

Se você pensar que está sozinho, nunca poderá ver tantos outros que iniciaram pensando como você, mas que resolveram fazer sua parte mesmo assim, apenas para que pudessem dormir em paz, ao menos com suas próprias consciências!

Um grupo forte, uma maioria seja no que for, é composta de exatamente inúmeros indivíduos que se juntam pelo mesmo ideal!

Isso é ser espiritual e despertar!

Bem vindo ao despertar da vida eterna do espírito!

Esse nosso planetinha precisa realmente de muitos que como você, realizem grandes ou pequenas coisas cotidianas e que despertem e o ajudem a passar por esse momento critico!

Com muito carinho,

Vera Calvet