Ai que raiva!!!

frustadaQuem diz não senti-la, que atire a primeira pedra e corra para fazer uma terapia de autoconhecimento, pois está suprimindo emoções, perigosamente!

Fingir que estamos frios quando na verdade existe um vulcão interior, pode ser muito perigoso. Pois certamente vamos explodir mais tarde, em uma ocasião completamente diferente e com pessoas inocentes!

Mas a permissividade na expressão desse sentimento também não é nada positiva! Nem oito, nem oitenta! Quem diz que prefere explodir com alguém do que guardar a raiva, está enxergando apenas os dois extremos. Pois vê apenas duas péssimas opções: Guardar e engolir a raiva ou explodir impulsivamente!

Existiria uma outra opção mais saudável e positiva? Penso que sim e te convido a pensar a respeito.

De fato, a raiva pode ser um sentimento avassalador que pode destruir relacionamentos.

Mas é também um sentimento de alerta, que quando bem trabalhado e compreendido, pode nos dar indicações importantes a respeito de uma situação e de nós mesmos.

Vamos observar a dinâmica desse sentimento, através de um dos personagens de meus livros: O Durval

Durval é uma pessoa igual a tantas outras que lida com sua vida e seus sentimentos da melhor forma que pode, buscando o que supõe necessitar para viver feliz. Procura agir dentro de seus mais altos princípios, mas em alguns momentos, mesmo não gostando de reagir desse modo, algo incontrolável ocorre em seus sentimentos e Durval perde a cabeça e ferve de raiva!

Algumas vezes ele até consegue se controlar e evitar a explosão, mas isso acaba fazendo com que se sinta mal durante muito tempo, se cobrando que deveria ter feito isso ou aquilo, deveria ter dito isso ou aquilo.
Durval passa, às vezes, dias seguidos remoendo os pensamentos, como que ensaiando como deverá agir na próxima vez em que aquele fato ocorrer. A tal próxima vez chega, e ele esquece todos os ensaios anteriores repetindo o mesmo tipo de conduta emocional explosiva.

As explosões de Durval colocam em risco os seus relacionamentos. Muitos amigos já se afastaram, pois não suportam viver ao lado de alguém que mais parece uma bomba relógio, pronta para explodir a qualquer momento. As explosões de Durval fazem com que todos se sintam muito constrangidos!
E se tentarem pedir calma, ele se irrita mais e faz longos discursos a favor da sua razão de estar tão indignado!

Na verdade, Durval não gosta de ser assim! Ele tem medo de que um dia desses seu coração estoure, pois quando é acometido por um ataque de raiva, tem taquicardia, sua pressão sanguínea sobe e sua respiração fica ofegante. Porém, antes que consiga raciocinar, já explodiu!

Depois, Durval sente muita vergonha de ter se comportado dessa forma. E às vezes não há sequer como ele tentar pedir desculpas e ser perdoado, devido à gravidade de suas atitudes. Durval quer mudar, mas não sabe como!

Essa história emocional de Durval é muito comum, não é mesmo? Certamente você conhece quem se encaixe nesse perfil.

Como mencionei no início, existe uma terceira opção mais positiva do que engolir a raiva ou explodir.

A primeira coisa que precisamos fazer ao ficarmos frente a frente com algum sentimento incômodo, seja ele qual for, é admiti-lo. Precisamos admitir o que estamos sentindo, sem tentarmos minimizar o sentimento.

Dizer para nós mesmos o que estamos sentindo de verdade pode ser extremamente simples, aparentemente. Mas seria de fato real a nossa avaliação do que estamos sentindo?

Muitas vezes, nossa percepção da realidade, do que de fato sentimos estará mascarada, pois podemos estar escondendo de nós mesmos um sentimento que não aprovamos, que não queremos ver por achá-lo mau, indigno ou até mesmo perverso.

De todas as emoções, talvez a raiva seja a mais difícil de ser controlada! Isso porque é uma emoção aparentemente repentina, imprevisível e que nos pega de assalto.

Essa conturbada emoção funciona como um alarme, um alerta de que algo externo nos põe supostamente em perigo, seja esse perigo real ou apenas imaginário.

A raiva é um tipo determinado de reação que nos avisa de que algo em nossas expectativas foi frustrado.

Raiva é frustração!

A raiva pode ser uma reação de alarme e autopreservação, que pode nos servir para mostrar que algo não está exatamente como prevíamos, e que precisamos assumir alguma postura de lutar ou fugir de algum perigo físico eminente.

Pode ser, também, o soar de um alarme interno para que observemos melhor nossas expectativas, percebendo qual desejo nosso foi frustrado e qual o novo rumo a seguir em direção à meta.

Por exemplo:

Podemos querer que uma pessoa aja de uma forma específica. Mas, ela age de forma diferente do que gostaríamos. Nesse momento, frustrados em nossa expectativas, sentimos raiva dessa pessoa!

Mas, se estivermos conscientes de que estamos na verdade frustrados conosco, com a nossa expectativa e desejo, podemos mudar o foco e ao invés de explodir com a pessoa, pensarmos a respeito do quanto estamos projetando uma expectativa impossível, pois não podemos controlar o outro. Podemos pensar a respeito do quanto estamos querendo mudar o outro, ou perceber que não estamos enxergando essa pessoa ou que estamos, na verdade, querendo manipular uma situação. Ver a razão verdadeira da nossa frustração pode nos fazer crescer, respeitar mais os outros, nos abrir a novas ideias, preferir a verdade do que a ilusão, enfim, melhorar como pessoa!

Nesse sentido, quando percebida antes da explosão, a raiva pode ser vista como um alerta positivo, pois foi imediatamente direcionada para um foco interno e produtivo e não ao ataque.

Quando temos a vontade de controlar a qualquer custo, vemos um evento e as pessoas envolvidas como sendo nossos inimigos. Os vemos como algo a ser controlado à força ou ser destruído caso resista. Esse é o tipo de pensamento que precisa ser trabalhado em quem tem problemas em lidar com a raiva.

Não há como pretendermos controlar totalmente os eventos e muito menos as pessoas! Só podemos controlar a nós mesmos!

Não temos aqui, espaço para trabalhar todos os aspectos envolvidos e como nos libertar desses sentimentos. Mas, esses e outros sentimentos destrutivos são amplamente discutidos e trabalhados em diversos de nossos livros e cursos.

Podemos trabalhar esses sentimentos, entendê-los e também aprendermos a lidar com pessoas que costumam ter esse tipo de reação.

Vale à pena trabalhar esse sentimento que pode estar destruindo sua saúde e seus relacionamentos!

Com carinho,

Vera Calvet

Este texto e assunto fazem parte do livro – Raiva e frustração – como lidar

 

Porque temos baixa autoestima

baixaestima

Quantas vezes você viu a foto de uma belíssima modelo em uma revista e se sentiu horrível?

Quantas vezes você assistiu a filmes românticos, amores incríveis com finais felizes, e não se frustrou ao compara-los aos seus relacionamentos?

Quantas vezes você ouviu a gargalhada de alguém e pensou que sua a vida não lhe dá motivos para sorrir?

Quantas vezes viu pessoas abastadas financeiramente e se sentiu pobre? Ou viu a paz no rosto de alguém e se sentiu atormentado?

Quantas vezes se comparou ou guiou sua vida por algum modelo externo? Muitas? Algumas? Sempre?

Sendo assim, guiados e comparando nossas vidas e a nós mesmos a modelos determinados, é inevitável que nos sintamos muito mal, muito errados e inadequados! Pois estaremos nos comparando a ilusões, acreditando em modelos falsos!

Nesse momento você deve estar pensando: “Falsos? Aquela modelo da capa da revista é realmente bela! Aquele homem é realmente rico! Existem pessoas que realmente têm ótimos relacionamentos! O que é falso nisso?”

Falso é ver apenas um aspecto de cada uma dessas coisas e pessoas e comparar-se por tão pobre parâmetro!

Aquela modelo é bela, mas paga um preço enorme por isso, e talvez você não esteja disposta a pagar o mesmo preço que ela! Ela pode estar vivendo 24 horas de seu dia fazendo dietas, ginásticas, cirurgias. Sua foto é retocada para que saia perfeita e ela pode não ter uma vida pessoal satisfatória, pois está comprometida com sua aparência mais tempo do que possa suportar. Ela também pode ter muito, muito medo de que comecem a aparecer as primeiras rugas!

E aquele homem abastado financeiramente? Você sabe, por acaso, o preço que ele pagou por isso? Talvez ele tenha pago o preço da infelicidade nos relacionamentos ou o preço de sua própria saúde! Talvez ele tenha herdado sua fortuna e se sinta muito inútil e incapaz de construir algo sozinho! Talvez ele não consiga mais dar valor a nenhum prazer simples e seja muito frustrado, ou não confie em ninguém, e por isso, é muito solitário!

Os modelos de vida que vemos a nossa volta não são somente fotos, ou restritos a apenas um único aspecto! São referentes a pessoas comuns, que vivem seus próprios desafios, suas crises e dificuldades, assim como eu e você! E tanto elas quanto todos nós, pagamos os preços por nossos sonhos! Alguns pagam esse preço com prazer, outros nem tanto.

Enquanto tentarmos nos enxergar através do que NÃO somos, através do que NÃO temos, NÃO conseguimos, NÃO nos veremos e não nos valorizaremos! Dessa forma, só conseguiremos nos perceber como uma coisa muito errada, muito diferente, faltando muito para sermos o que “supostamente” seria o ideal!

Todas as pessoas que possam estar se comparando e guiando suas vidas pelo que diz um específico modelo externo, ou pelo que o mundo, os parentes ou algumas pessoas digam ou achem, estarão fadadas ao sentimento de inadequação e baixa autoestima! Até mesmo aquela linda modelo ou aquele empresário de sucesso!

Criticismo é a causa da doença emocional chamada baixa autoestima!

Nosso dedo indicador apontado em direção a nosso próprio rosto é o algoz, o carrasco que nos atormenta e mata nossa felicidade!

Alguns de nós tem a mania da critica destrutiva! E isso, essa mania de criticar negativamente a si mesmo, pode ter sido adquirida ao longo da vida, através das críticas de outras pessoas. São críticas a respeito do quanto você “deveria”, “tinha que”, “devia” ter sido ou feito isso ou aquilo.

Acostumamo-nos a estar sempre em dívida, em erro perante alguns modelos impostos. E que na verdade, nada mais são do que modelos criados pela imaginação ou por uma convenção de um grupo de pessoas! Alguns desses modelos poderiam até nos servir de incentivo a seguirmos, caso realmente estivéssemos dispostos a pagar o preço por isso! Mas, para aceitarmos um modelo externo como guia, precisamos, antes de tudo, enxergar qual é o nosso verdadeiro modelo interior! Precisamos saber separar o que de fato QUEREMOS de verdade e o QUANTO estamos realmente dispostos a pagar pelo esforço para conseguirmos algo!

Por exemplo:

Digamos que você viu um helicóptero de hélices douradas na TV e começou a ficar muito infeliz por pensar que jamais poderia ter um!

Todos os dias você acorda para trabalhar e dirige seu carrinho (que você ficou muito feliz ao comprar na época, mas que agora ficou feio, velho e obsoleto diante do belo helicóptero de hélices douradas) e se sente infeliz. Você começa a odiar aquelas ruas lotadas de carros, ao pensar que poderia estar voando livremente até seu trabalho, e muito triste pensa: “Imagine se EU, esse fracassado, poderia pensar em ter um helicóptero! Isso não é para pessoas  como eu! Não é para meu bico! Isso é para uns poucos sortudos que existem, e eu sou muito azarado para isso! Não ganho nem no bingo!” E o mais engraçado, é que você sequer joga no bingo, mas mesmo assim, pensa dessa forma!

Esse é mais ou menos o processo de destruição do poder pessoal e da baixa autoestima que nos impomos. Começamos a nos diminuir dia após dia, até acreditarmos que isso seja realmente verdade!

Mas, vamos investigar se realmente você quer um helicóptero? Se está disposto a pagar o preço por isso? Porque, se realmente você não puder viver sem um helicóptero, você poderá tê-lo! Isso provavelmente consumirá toda sua vida de trabalho árduo, jornadas duplas ou triplas, etc. Ou talvez seja tentado a alguma desonestidade e seja preso, perca sua família, ou viva com sentimentos de culpa. Talvez tenha que vender sua casa, seu carrinho, etc., mas você pode ter um helicóptero! É claro que talvez depois tenha muitos problemas para pagar o combustível de seu helicóptero, o hangar para guardá-lo, etc.

Essa história a respeito do helicóptero parece absurda? Mas é isso o que fazemos conosco quando projetamos falsos ideais!

Você já ouviu histórias de pessoas que passaram a vida inteira correndo atrás de um ideal e que conseguiram concretiza-lo!  Você sabe o quanto é possível realizar quando se tem determinação! Então, sempre se pode ter um helicóptero, desde que se queira de verdade e que esteja disposto a pagar o preço por isso!

Você quer um helicóptero, mas não está disposto a pagar o preço? Então, talvez o helicóptero não seja assim tão importante na verdade para você! Mas se é assim, porque está sofrendo por não tê-lo? Está percebendo o tipo de armadilha que criamos?

Precisamos perceber o que realmente é importante em nossa vida, senão, corremos o risco de nos sentirmos muito diminuídos por não termos algo como um helicóptero de hélices douradas!

Qual é a representação do helicóptero em sua vida? Sua aparência, sua profissão, sua casa, seu modo tímido de ser? Qual é a sua ilusão? O que você pensa que DEVERIA ser ou ter e não é ou possui?

Que tal então, mudarmos a pergunta e meditarmos a respeito do que você TEM e É?

Se você não se amar e se reconhecer, não há como pretender ser amado e reconhecido!

Se você não valorizar sua vida, sua existência, não há quem possa valorizá-lo!

Se você se vê tão negativamente, como pensa que as pessoas consigam enxergá-lo?

Se você mesmo não consegue se ver ou saber o que deseja, como então pretende que alguém saiba ou que adivinhe o que você quer?

Não diga mais que alguém não gosta de você! É você quem não se gosta e o outro só repete o mesmo sentimento!

Não diga mais que sua vida é feia, pois é você quem não vê a beleza da vida! E ela está aí, na sua frente! Veja! Ela é muito simples e talvez você ande complicando o simples!

Envolva-se no sentimento de amor, pois esse é o sentimento que nos liberta da crítica negativa. Deixe que seu coração se complete, se encha do mais puro amor. Projete esse amor à seu corpo, à sua mente, à sua vida. Deixe que o amor tome conta de cada célula de seu corpo, de toda a sua alma! Sinta-se assim, GRATO, amoroso e pleno! Ame-se! Você é um ser muito, muito especial, porque é único! Não há no universo inteiro, outro ser igual!

Abençoe sua vida, sua saúde e seus relacionamentos! Agradeça tudo o que possui e pense melhor antes de falar mal de si mesmo, ok?!

Fique em paz, no amor e na divina perfeição que somos todos nós, almas divinas!

Com amor e muito carinho,

Vera Calvet

Mais textos em: http://www.rashuah.com.br/textos_de_autoconhecimento.html
Esse assunto é amplamente discutido nos livros de autoconhecimento e Meditação Ráshuah que você encontra na página de nosso site: Livros e CDs

 

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Uma história de estresse versus atitude

carecaHoje recebi um e-mail muito oportuno de um aluno, pois como tudo o que acontece em nossas vidas, nada é por acaso.

Eu havia terminado um texto a respeito do estresse e finalizei a ultima frase com a palavra “atitude”.

Quando abri o referido e-mail, havia um trecho com uma curta história a respeito de positivismo e atitude. Não havia informações quanto ao autor do texto, mas sem dúvida traduz a palavra atitude com maestria e vou contá-la agora para vocês:

Um homem que estava ficando completamente calvo, um dia acordou pela manhã, olhou no espelho e percebeu que tinham lhe restado apenas três fios de cabelo no alto da cabeça.

Bom – ele disse – acho que vou colocar um gel e pentear meus cabelos para trás hoje. Assim fez e teve um dia maravilhoso!

No dia seguinte, ele acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios no alto da cabeça.

Humm… – disse ele – acho que vou repartir meus cabelos no meio hoje. Assim fez, e teve um dia magnífico!

No dia seguinte ele acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo no alto da cabeça.

Bem – ele disse – hoje vou jogar meu cabelo para a direita. Assim fez, e teve um dia divertido!

No dia seguinte ele acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo no alto da cabeça.

Beleza! – exclamou – não tenho que pentear meus cabelos hoje!

E assim, teve mais um dia feliz!

ATITUDE POSITIVA É TUDO!

Claro que essa pequena história exagera situações, mas ilustra perfeitamente a forma de encarar os eventos quando se trata de uma pessoa que toma atitudes positivas diante do inevitável.

O estresse é uma consequência na vida de quem tenta controlar inutilmente o inevitável e por isso, sofre a pressão constante da frustração em sua vida.

O estresse não é propriamente uma doença, e sim, um estado do organismo quando submetido ao esforço e à tensão. Numa situação estressante, o corpo sofre reações químicas normais que preparam o organismo para enfrentar a situação. O prejuízo, entretanto, acontece quando as situações estressantes são contínuas e o organismo começa a sofrer com as constantes reações químicas que se sucedem, sem que haja tempo para a eliminação dessas substâncias e sem o tempo necessário para o descanso e recuperação física e emocional.

Exatamente por não ser uma doença propriamente, os sintomas do estresse são indefinidos e ao mesmo tempo abrangentes. Podem ir desde uma dor de cabeça, distúrbios do sono, irritabilidade, cansaço, dificuldade de concentração ou tensão muscular, a dificuldades respiratórias, dificuldade de memória, problemas digestivos, pressão alta, problemas cardíacos, e até mesmo distúrbios psíquicos como síndromes, depressão e pânico.

Entre as inúmeras causas emocionais do estresse no ambiente de trabalho e na vida pessoal, podemos citar basicamente três principais: Alto padrão de exigência pessoal, medo e frustração.

O tipo de vida que nos autoimpomos, onde pensamos ser necessário obter muito mais recursos financeiros do que realmente necessitamos, nos exige mais esforço para cumprir o padrão estabelecido e nos coloca diante de conflitos na vida profissional, onde há cada vez mais competição e menos espaço.

Esse mesmo alto padrão profissional é estabelecido também para diversos setores de nossas vidas, pois existem padrões estéticos onde a beleza física é um padrão irreal, que existe apenas nas revistas e passarelas.

Existem também inúmeros padrões para os comportamentos, pensamentos e sentimentos, onde são estabelecidos padrões para o desempenho ideal dos pais com os filhos, de filhos com os pais, padrões para as amizades, para os relacionamentos amorosos, enfim, temos padrões e caixinhas fechadas em todos os setores de nossas vidas, onde nos obrigamos a nos encaixar de uma forma ou de outra.

Tente ao menos pensar a respeito, sentir se você realmente concorda e aceita entrar e viver dentro dessas caixinhas apertadas?

Procure investigar a verdade de seus sentimentos e desejos!

É realmente impossível viver sem o carro do ano? Você trabalha no que realmente gosta e tem talento? Você não acha que pode ser amado pelo que é em vez de ser amado pela sua aparência? Quem é você? No que deixou os padrões transformarem a sua vida?

Não adianta reclamar que o patrão, a empresa, a esposa, os filhos, o marido, não conseguem te enxergar, se na verdade nem você mesmo se conhece o suficiente para mostrar a eles quem é!

Pare! Dê um tempo para se descobrir e perceber que pessoa maravilhosa você é!

Autoconhecimento. Não há como viver feliz e realizado sem ele, pois não há como você viver sem que conheça quem está realmente vivendo a vida que diz ser sua! Quem vive sua vida? Você ou um padrão, um personagem?

Estamos todos diante do enigma da grande esfinge: Decifre-me ou eu te devorarei!

E a esfinge, somos nós!

A esfinge é você!

Decifre a si mesmo, ou poderá ser devorado pelo personagem que criou sem perceber!

Você não acha que merece?

Pois saiba que só existe uma cura para o estresse: Atitude positiva e verdadeira!

Não adianta que a medicina esteja avançada e preparada para lidar com os distúrbios ligados ao estresse, não adianta se o Instituto Ráshuah trabalha também nesse sentido desde a sua fundação, pois o início e o fim de tudo isso, repousa e depende de sua atitude.

Tenha uma atitude mais positiva em relação a si e a sua vida!

Pare de exigir tanto de você e dos outros!
Procure relaxar e brincar mais com os eventos inevitáveis, a exemplo do homem de nossa história!

Aprenda a relaxar para aprender como lidar com o estresse, pois o mundo pode não mudar, mas sua atitude perante o mundo pode mudar e muito!

Fique em paz, no amor e na divina perfeição que somos todos nós!

Com muito carinho,

Vera Calvet
 
Mais textos em: http://www.rashuah.com.br/textos_de_autoconhecimento.html
Esse assunto é amplamente discutido no livro que vem acompanhado de um cd de relaxamento narrado – Estresse no trabalho e na vida pessoal – que você encontra na página:  Livros e CDs Ráshuah

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Emoções descontroladas, ações impulsivas

 emocaoO brasileiro é emocional. E disso ninguém duvida.

Choramos quando vemos alguém chorar, e vibramos com pequenas e grandes coisas, como esportes, carnaval, conseguir fazer uma receita gostosa, obter sucesso em alguma coisa que estávamos tentando há tempos, etc.

Mas, embora a emoção positiva possa ser detonada por sentimentos positivos e amorosos, algumas vezes ela nos invade perigosamente quando alguns sentimentos negativos estão presentes. E aí é que mora o perigo!

Há quem louve a emoção exacerbada como sendo necessária a uma vida plena. Como quem diz que precisa estar sempre com a adrenalina em alta para se sentir vivo e motivado. Ou quem diz que sem emoções fortes e com alguns conflitos ocasionais, a vida fica chata. Mas isso seria mesmo positivo e necessário para se sentir vibrante e feliz?

Normalmente a emoção é a responsável pela confusão dos sentimentos ao ponto de modificar nosso comportamento e conturbar nossas ações. Ações fortemente emocionadas raramente são ações positivas!

Emoção = Substantivo que significa um impulso neural que move o organismo para a ação.

Certo, mas não significa que será sempre uma ação positiva. Significa ação. Seja ela instintiva, calma, pensada ou impulsiva, e dependendo da emoção, pode ser uma ação intempestiva, conturbada e até destrutiva.

A emoção tem sido assunto de meus livros, cursos e palestras, pois  todos os problemas que podemos gerar em nossos relacionamentos e em nossa vida, passam antes pelo nosso estado emocional conturbado.

Como age a emoção:

No quadro abaixo, podemos entender a sequência de funcionamento do impulso neural (caminho de comunicação entre os neurônios em nosso cérebro), até se transformar em ação.

Observe que a ação instintiva de correr ou lutar, de se proteger, como quando temos um reflexo rápido, está “programada” em nosso cérebro para que possamos reagir rapidamente e proteger nossa vida. Até aí, tudo ótimo! Porem, se existirem mensagens negativas em nosso inconsciente, a nossa reação a um evento poderá ser emocionalmente conturbada, fazendo com que tenhamos atitudes negativas, tomando decisões desastrosas.

Por exemplo:
Digamos que uma pessoa que tenha seu instinto de preservação sem mensagens inconscientes negativas, vai atravessar uma rua rapidamente e vê de relance um ciclista vindo em sua direção com velocidade. Ela vai reagir rapidamente saindo da rota de colisão. Depois de passado o susto é que poderá tremer e ter taquicardia devido ao susto. Mas na hora, age instintivamente e se salva.

Agora, digamos que uma pessoa passe pela mesma situação, mas tem mensagens inconscientes de medo, de que é lenta, incapaz ou outra coisa negativa semelhante. Muito provavelmente essa pessoa paralisará e não reagirá a tempo de evitar o desastre. O medo a paralisa e impede que seus instintos a salvem.

E o mesmo mecanismo age quando se trata de emoções e relacionamentos.

Por exemplo:

Digamos que uma pessoa tenha uma forte mensagem inconsciente que diz que – “os relacionamentos nos fazem sofrer!”. Isso basta para que essa pessoa fuja dos relacionamentos, mesmo sem querer. Ela pode boicotar seus relacionamentos de diversas formas, agindo instintiva e inconscientemente.

E é assim que muitas coisas são ditas desastrosamente, em momentos de forte emoção e que podem marcar negativamente e para sempre, um relacionamento. As mensagens inconscientes “vazam”, conturbando os nossos sentimentos. E sobre forte emoção, podemos dizer ou fazer coisas que não faríamos se pudéssemos ter raciocinado previamente. Mas assim são as emoções. Elas nos pegam de assalto, sem aviso prévio.

Precisamos aprender a lidar com as nossas emoções, pois nem sempre tudo são flores em nosso dia a dia e frustrações acontecem.

Caso perceba que suas emoções andam fugindo do seu controle, busque ajuda para descobrir quais podem ser as mensagens negativas inconscientes que possam estar “vazando” para o seu comportamento e tirando a sua paz.

Afinal, nem todos os dias serão de vitórias e teremos que lidar com algumas frustrações ocasionalmente. Mas, certamente, todos os dias sempre serão de aprendizados! E aprender nem sempre precisa ser sofrido, não é mesmo?

Com carinho,

Vera Calvet

Mais textos em: http://www.rashuah.com.br/textos_de_autoconhecimento.html

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Meditação online

As técnicas de Meditação Ráshuah foram desenvolvidas por Vera Calvet, na intenção de criar técnicas exclusivas que combatessem o estresse físico, emocional e mental, e que se adaptassem a nossa forma de vida ocidental.

O praticante não precisa seguir nenhuma linha filosófica oriental, nem sentar-se em posições desconfortáveis ou mudar sua orientação espiritual ou religiosa para aprender a meditação Ráshuah.

O objetivo principal da Meditação Ráshuah é o autoconhecimento e para isso, desenvolveu técnicas onde é possível fazer uma leitura do estado emocional e mental, além dos possíveis pensamentos negativos e bloqueios físicos que estejam dificultando a realização pessoal do praticante, para serem curados e transformados em autoconhecimento.

E, para esse objetivo, desenvolveu cinco técnicas, onde o praticante pode acompanhar a narrativa e promover a auto-cura mental, emocional e física.

A maior parte de nosso dia de trabalho, como também na vida pessoal, vivemos sobre grande pressão. Correria, trânsito congestionado, preocupações, estresse, falta de controle emocional. Saber relaxar não só fisicamente mas, principalmente saber relaxar e acalmar a seqüência dos pensamentos e aprender a lidar com as emoções é uma necessidade.

E se você acha que meditar é muito difícil, pois precisa saber parar de pensar, não se aflija mais!

Meditar com as técnicas Ráshuah, não é parar de pensar! Meditar na concepção Ráshuah é observar os pensamentos e emoções para transformá-los positivamente em autoconhecimento e cura.

COM AS TÉCNICAS DE MEDITAÇÃO RÁSHUAH VOCÊ PASSA A SER SEU PRÓPRIO TERAPEUTA

Ao desenvolver suas técnicas, a professora Vera Calvet tinha em mente criar técnicas simples que promovessem o entendimento pessoal do praticante a respeito de seu próprio comportamento mental, físico, energético e emocional e lhe dar armas para o trabalho de reforma pessoal.

Criou então as técnicas Ráshuah de Meditação e autoconhecimento, para que você possa ser seu próprio terapeuta.

O praticante aprende a:

1- Compreender e trabalhar seu corpo físico, sabendo como ler seus sinais de stress, evitando assim, possíveis estados doentios futuros. Aprende a manter o corpo e a mente relaxados diante das atribulações da vida cotidiana. Relaxamento e auto cura.

2- Harmonizar sua energia e entender onde havia perda energética e porque.

3- Cuidar de seu estado emocional e saber como melhorar sua conduta nos relacionamentos, sejam eles pessoais ou profissionais. Aprende a entender como seu inconsciente pode boicotar suas ações, aprende a lidar com o controle e as frustrações e como lidar positivamente e transformar sentimentos negativos e baixa estima, em poder pessoal e segurança emocional.

4- Aprende a acalmar o estresse mental e a concentrar melhor seu foco de atenção sem esforço. Entende como se processa uma noite de bom sono usando as freqüências mais lentas de seu cérebro, obtendo o descanso profundo e um total relaxamento.

5- E aprende a ouvir e desenvolver sua intuição, alcança seu universo interior onde entra em contato com sua Inteligência intuitiva, aprende a usar os dois hemisférios cerebrais, encontra seu mestre interior para orientá-lo e ajudá-lo em seu caminho de desenvolvimento pessoal – interno e externo.

A técnica proposta no link abaixo, é um relachamento narrado online e faz parte de cinco técnicas de meditações narradas nos 2 CDs que acompanham o livro – Curso de Meditação Ráshuah – módulo 1 de Vera Calvet.

No primeiro link, você encontra a introdução à meditação com as instruções.

O segundo link é um relaxamento físico narrado, que é a base inicial de todas as meditações Ráshuah.

Por favor não utilize essas meditações para fins profissionais, pois estão protegidas por direitos autorais nos livros da professora Vera Calvet.

Meditação Ráshuah online

Boa meditação!

Se quiser comprar esse livro, está disponível no endereço: http://www.livrosrashuah.com.br

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Depressão

A depressão parece ser realmente o mal do século. Por quê?

Talvez o alto padrão de exigência que nos auto-impomos seja um grande detonador. Talvez o fato de que esse alto padrão nos exija um comportamento cada vez mais enquadrado em padrões estéticos, financeiros e sociais, que valorizam o externo e não levam em conta o eu verdadeiro de cada um de nós.

Talvez ninguém tenha nos ensinado a valorizar e enxergar a nós mesmos, e com isso, não nos conhecemos de verdade.

Seja como for, a depressão é o aviso de que estamos com pensamentos negativos a respeito de nosso poder pessoal. Não nos sentimos bons o suficiente, fortes o suficientes, etc, etc…o suficiente.

E o que significa “o suficiente”? Com parâmetros utópicos, o suficiente significa o impossível!

Medo e frustração são os dois sentimentos básicos, geradores da depressão.

Às vezes parece mesmo que entramos em um período de “buraco negro”, onde tudo parece ser sugado para dentro e onde nada se manifesta positivamente. E nesses momentos, apesar do sentimento se entregar a frustração, podemos escolher pensar que isso pode ser uma espécie de aviso da vida. Não um aviso de que não somos bons e certos o suficiente, mas de que estamos pensando em alguma direção errada, que pode até nos parecer certa aparentemente, mas que na verdade não está compatível com nosso caminho de evolução, com nossa verdade interior.

Por exemplo:

Podemos estar querendo que nossa profissão dê certo, sem que ao menos gostemos de verdade de nosso trabalho! Isso seria uma incoerência energética! E o dinheiro vindo do trabalho então, não aparece!

Ou, podemos estar desejando que um relacionamento tenha sucesso, mas ao não nos conhecermos de verdade, não podemos conhecer e entender o outro e também não conseguimos nos fazer entender.

O que faz nossos caminhos se abrirem naturalmente seja em que terreno for, é nossa energia de prazer e verdade dentro disso.

Procure investigar o fundo de sua alma e veja onde sua energia verdadeira estaria entrando em contradição com suas atitudes.

Use o aparente “buraco negro” da tristeza positivamente para entender as mensagens da vida, que logo, logo, você sairá dessa influência e seus caminhos deslancharão!

Procure se perguntar, se de fato o trabalho que exerce atualmente é uma vontade de seu coração. Pergunte e ouça seu coração, pois às vezes escutamos a voz do racional e esquecemos-nos de ouvir nosso coração. Caso estejamos seguindo apenas a voz da razão e esquecendo o coração, o caminho realmente não se abre totalmente. O que abre nossos caminhos na vida é expressarmos com amor e prazer o que verdadeiramente somos e gostamos de fazer! O dinheiro e o sucesso são conseqüências disso. Ouça seu coração! Ele saberá guiá-lo!

Não existe felicidade sem o autoconhecimento!

Leia também os tópicos a respeito do estresse, do medo e da frustração.

A verdade liberta!

Não fique resistente a procurar ajuda médica! Muitas vezes, temos um distúrbio químico real e pensamos que estamos apenas tristes. Existem hoje, medicamentos sem tantos efeitos colaterais que podem ajudá-lo, nem que seja por algum tempo, até que consiga lidar melhor com seus problemas emocionais através de uma Psicoterapia ou Terapia emocional de apoio.

Fique em paz, no amor e busque sempre o autoconhecimento!

Com carinho,

Vera Calvet